Independência ou Morte?
Diz a história que essa teria sido a frase heróica de D. Pedro I no 7 de setembro de 1822:
"Independência ou morte!"
Com ela e a partir dela, o Brasil tornou-se independente da soberania portuguesa e ele, o 1º imperador do Brasil.Tudo perfeito, tivesse o país condições de arcar com os ônus da valente e nobre frase. A alternativa ou que marca o célebre grito de D. Pedro I no Ipiranga, não se concretizou e foi substituída pela aditiva e. Realmente houve uma "independência" oficial e muita morte para que fosse reconhecida. Perdura até os nossos dias o rótulo brasileiro de nação independente. Mas como admiti-lo num país onde a disparidade social é agravante, a violência assusta o mundo, a corrupção é prática comum nos meios governamentais e a educação não consegue atingir o patamar exigido em qualidade para mudar a consciência cidadã do povo?Independente e democrático, o Brasil caminha na contramão. A imprensa denuncia, prova, divulga, desmascara. CPIs são criadas e se encerram sem que se punam os culpados. O povo vota movido pelo interesse numa troca desigual. Quer terminar a casa, mas falta material. Quer cargos, empregos, prestígios, status. As universidades particulares têm prédios lindos, perfeitos, bons profissionais, mas são caras. As federais têm prédios horríveis, greves constantes, dificultam o ingresso. Professores não podem ganhar bem porque a receita não o permite em nenhuma instância pública. Alunos têm escola, uniforme, merenda, livros, cadernos, mas faltam professores, falta educação. A guerra gerada pelo tráfico de drogas mata inocentes desumanamente. Balas perdidas giram no ar e atingem o alvo errado. Cuidar da saúde com eficácia e regularidade não é para todos. Quando seremos independentes se vivemos num país de promessas em vésperas de eleição e esquecimento delas logo após?
Independência ou morte?
"Independência ou morte!"
Com ela e a partir dela, o Brasil tornou-se independente da soberania portuguesa e ele, o 1º imperador do Brasil.Tudo perfeito, tivesse o país condições de arcar com os ônus da valente e nobre frase. A alternativa ou que marca o célebre grito de D. Pedro I no Ipiranga, não se concretizou e foi substituída pela aditiva e. Realmente houve uma "independência" oficial e muita morte para que fosse reconhecida. Perdura até os nossos dias o rótulo brasileiro de nação independente. Mas como admiti-lo num país onde a disparidade social é agravante, a violência assusta o mundo, a corrupção é prática comum nos meios governamentais e a educação não consegue atingir o patamar exigido em qualidade para mudar a consciência cidadã do povo?Independente e democrático, o Brasil caminha na contramão. A imprensa denuncia, prova, divulga, desmascara. CPIs são criadas e se encerram sem que se punam os culpados. O povo vota movido pelo interesse numa troca desigual. Quer terminar a casa, mas falta material. Quer cargos, empregos, prestígios, status. As universidades particulares têm prédios lindos, perfeitos, bons profissionais, mas são caras. As federais têm prédios horríveis, greves constantes, dificultam o ingresso. Professores não podem ganhar bem porque a receita não o permite em nenhuma instância pública. Alunos têm escola, uniforme, merenda, livros, cadernos, mas faltam professores, falta educação. A guerra gerada pelo tráfico de drogas mata inocentes desumanamente. Balas perdidas giram no ar e atingem o alvo errado. Cuidar da saúde com eficácia e regularidade não é para todos. Quando seremos independentes se vivemos num país de promessas em vésperas de eleição e esquecimento delas logo após?
Independência ou morte?
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