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Mostrando postagens de janeiro 28, 2018

Gaivota reaprendendo a voar

Gaivota reaprendendo a voar         Há também o desaprender.             Diferente de esquecer, desaprender é fruto do desuso, da inércia, do cansaço, do não querer             também.Mas um não querer que dói porque é involuntário, fruto da falta de espaço na pauta            da lida, da vida que impõe outros quereres.            A vida é uma personagem de personalidade forte. Ora permite planos, ora os muda de cena ,             de tempo, substitui o texto, troca os atores... em fim, quando se vê, o romance é outro e o que             antes se sabia, precisa-se  reaprender para continuar a viver.            Difícil ser gaivota e não voar depois de tanto esforço na aprendizagem. Difícil ficar no campo, na  ...